POR QUE ME TORNEI ESCRITOR?

Hoje eu começo o texto do blog com uma reflexão. Sabe aquela frase batida que sempre lemos em textos motivacionais ou escutamos de parentes e amigos que querem nos confortar de alguma coisa?

É algo parecido como: ‘Nunca é tarde para começar algo’ (já que existem inúmeras variações deste quote). Pois é! De fato, ela se comprova nesse momento da minha vida: o ano em que tirei um sonho do papel e que o meu primeiro livro vai ser lançado: ‘A Contrapartida’.

Se eu dissesse que o caminho para trilhar esse objetivo foi fácil seria claramente uma mentira. Em poucas palavras, posso dizer que a ideia para escrevê-lo veio, acredite você ou não, da minha experiência profissional em cargos de alta gestão. Depois de observar a dificuldade das pessoas em tomar decisões, não só nos negócios, mas também na vida pessoal, era a hora de lançar uma metodologia prática de decision making para ajudá-los. Mas aí me veio o grande dilema dessa história toda: como posso divulgá-la?

Foi nessa situação que criei o pretexto para escrever o livro ‘A Contrapartida, em que abordo, de maneira lúdica e profunda, o impacto que as escolhas têm na vida pessoal e profissional de cada pessoa. Bonito falar assim, não é? Mas para ter o produto em mãos e poder contar essa história tive que fazer o que sei de melhor – tomar DECISÕES. Para qual público escrever? Como divulgar o meu livro? Qual linguagem eu vou utilizar? Qual vai ser o gênero? Sim, foram muitos pontos de interrogação que foram surgindo ao longo desse processo, mas vou dar uma breve resumida para vocês.

Decidi trilhar pelo caminho de escrever para o público mais jovem-adulto, que representa os futuros gestores de empresas e de projetos, seja em qual campo for.

E como despertar o interesse dessa faixa etária sobre o tema? Escolhi escrever uma ficção do gênero thriller.

No ‘A Contrapartida’, o tema não aborda nada sobre a metodologia, mas mostra as consequências de más escolhas e porque elas acontecem. É realmente muito importante transmitir, principalmente aos jovens, que suas decisões têm muito poder. Poder para o bem e poder para o mal.

Vamos pensar juntos: Se decisões que tomamos têm base fraca, se são tomadas baseadas no que os outros pensam, estamos fazendo escolhas baseadas no que os outros desejam, naquilo que é externo a nós, que não pertence à nossa essência, certo? E o contrário é verdadeiro: se tomamos decisões baseadas nos nossos anseios e nos nossos valores, serão decisões tomadas com base forte e sua contrapartida, sem dúvida nenhuma, deverá produzir resultados positivos.

O livro ‘A Contrapartida’ deixa esta dinâmica muito clara no decorrer da história. Procurei buscar elementos que façam com que o leitor se identifique com os personagens. Crie empatia e reflita como tem tomado decisões em sua vida. Esse é um bom começo para entendermos como estamos lidando com nossas escolhas e decisões, a reflexão – o PENSAR MAIS.
Aprendizados

Gostaria de compartilhar alguns aprendizados que ficaram desta experiência.

Aprendi que lançar um livro não é nada simples: envolve planejamento, determinação, ação e atuação em uma série de frentes de comunicação para que sua obra e seu escritor se tornem conhecidos. E, talvez, o maior ensinamento foi o exercício da humildade em aprender algo novo e desconhecido para mim.

Agora posso dizer que no dia 12 de março, no Rio de Janeiro, e dia 14 de março, em São Paulo, o meu primeiro livro se torna uma realidade. Saiu do plano imaginário para o real e eu aguardo você no lançamento!

SERVIÇO
Lançamento do Livro A Contrapartida
12/03 – 19hs – Saraiva Rio Sul, Rio de Janeiro
14/03 – 19hs -Saraiva Higienópolis, São Paulo

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Uranio Bonoldi
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